29 de dez. de 2011

Jú Filmes

Amanheceu. Fui hipnotizado pela caixa mágica. Chaplin e Keaton, Luzes da Ribalta. Deu prá pegar a cena clássica e o final. Não vou me empolgar. Já vi o filme, mas não ao lado da Juju. O tio comentarista chato relatando curiosidades para a sobrinha entediada. Não contarei a história da obra do gênio. Quem me conhece sabe que isso sempre acontece. Jorginho Elias, Zé, Fran, Claudinei, entre outros tantos sofredores desse meu hábito sublime e horrível já me censuraram inúmeras vezes. Ok. Logo em seguida começa um documentário no mesmo canal. Juju não se anima; quer zapear. Temos um compromisso. Vou me arrumar. Volto à sala. Temos que sair. De repente, percebo a menina paralisada, atenta às imagens do equilibrista que atravessou as torres gêmeas através de um cabo de aço.

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