TABACARIA. Mergulho na infância e na adolescência. Encontros mágicos com meia dúzia de malucos que você conheceu antes da explosão hormonal (durante também).
CHARM (Parece que os caras tão mudando de bar; qualquer um, naquela quadra da Augusta, vale). Reduto dos remanescentes de um grupo especial de sonhadores que frequentou a FFLCH entre 1991 e 1996. Mais os agregados. Afinal, eu, que comecei como agregado, não posso deixar de valorizar essa capacidade de receber e abrigar novos camaradas.
CASA DA DIANA E DO ZÉ/TRIVIAL. O início e o fim da História. O meio, a teimosia, a retomada, a persistência também. Ninguém acreditava. Mas a geração continua firme e junta. Ano que vem: 15 anos. A eternidade da História.
CAPPF/FEUSP. Todo C.A. é uma espécie de corredor polonês bivolt. Um lugar de passagem. Tem a época do carinho. Tem a época da porrada. Eu cheguei meio cansado, velho de guerra, menos capaz que muito moleque barbudo e cabeludo. Porém, não neguei a guerra. Mas, minha cabeça tava longe. Minha hora não era mais aquela. Meu lugar era outro. Eu já tinha me lascado antes. Mas, foi bom ver a rapaziada se engajando, aprendendo no erro, tentando acertar. A luta fica mais acirrada do "lado de fora". Uma experiência importante. Recomendo. Principalmente quando tá no sangue, fervilhando...
TABOÃO DA SERRA (A PERIFERIA, A FAVELA, A LUTA). Saudade das vielas, dos becos, das pessoas, personagens, sobreviventes. Saudades do sonho de quem vive à beira do córrego. De cada trecho de esgoto a céu aberto que encanamos. De cada cafezinho tomado nos barracos; das reuniões; de cada cavalete que trouxe o bem mais valioso e imprescindível para famílias com quase nada. Saudade do Guelo, do Bahia, do Severino da retro, do Raimundinho, dos caras do Escritório, do Maurão, de todos sem exceção.
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