17 de jul. de 2012

Ausente.

Se há um deus no qual sempre acreditei é um de poucas palavras. Deus de ninguém, um deus que criamos acolhedor. O próprio universo, infinito. Para além desse pequeno planeta. Um deus do sim, do perdão, da afirmação, das nossas contradições interiores. Um deus sem roupas, sem posses, sem banquetes à mesa, sem avião. Um deus que caminha na ausência da luz e repousa em instantes de pura cor, na extensão do espaço.

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