8 de jul. de 2012

Caderninho goiano.


no tacho, a colher mexe toda poesia. cozinham-se palavras. à mesa, na varanda, espera-se saborear os devaneios da senhora quase centenária. coisas e crianças espalhadas no quintal. a vida é doce, corada pelo sol no infinito entardecer.

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