Eram todos a última gota de sangue
Desta taça que se quebrou, estilhaçada
Eram todos os convivas do banquete
Desta noite de desprazer, enfastiados
Todas as lutas envenenadas
Para deleite dos consumistas
Esperando o fim das praças
A morte lenta dos comunistas
Estranhos não adentrarão o castelo
A cidade arde fora dos muros
Não há mais espanto nas ruas
As paixões transformadas em cinzas
O fim da arte, da beleza, da iluminação
A decretação dos sorrisos dissimulados
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