Velho, teu mergulho não te acordou.
Que fazes de cócoras à beira do rio?
O que levarás das coisas que tu pensas,
que te ferem no todo das idéias?
Teu coração inquieto; estremecidas,
as tuas mãos; tua vontade desencorajada.
O espelho d’água, vês? Reflete tua dúvida.
Sob a ponte, passarão os teus tormentos.
Que fazes de cócoras à beira do rio?
O que levarás das coisas que tu pensas,
que te ferem no todo das idéias?
Teu coração inquieto; estremecidas,
as tuas mãos; tua vontade desencorajada.
O espelho d’água, vês? Reflete tua dúvida.
Sob a ponte, passarão os teus tormentos.
Um pássaro. Espreitando o oportuno...
A riqueza de peixes, o momento,
exuberante, a hora exata.
Aproveitas a sombra da árvore.
As dores e os rancores dissipados.
O tempo do perdão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário