3 de mai. de 2012

No corredor da madrugada.

Paira tristeza no tempo agora. No centro de um estrangulamento das idéias. Supostos pensamentos de concisão. Dançam em bailada balbúrdia. Soluções imediatas. Seu desejo. Mas não. São frases sufocadas. Pipocam em sua cabeça. Não existem, porém, resoluções sensatas. Ele corre no interior dos seus sonhos. Metafísica diabólica. E alimenta suas angústias com distrações industrializadas. Porcarias em sacos de plástico, embaladas a vácuo, confessa. E busca cerveja na geladeira. Bebe... "Bebo. Bebo. Bebo." Bêbado.

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